ALOPECIA

As alopecias constituem-se nas afecções caracterizadas pela diminuição ou ausência de cabelos e/ou pelos.
A alopecia é uma doença que afeta e preocupa grande parte da população mundial. Suas causas não estão completamente elucidadas, mas abrangem uma série de fatores que caracterizam a doença em tipos específicos. A alopecia androgenética se caracteriza por um padrão de hormônio masculino elevado e / ou predisposição genética e a finasterida é um fármaco que apresenta resultados satisfatórios para este tipo de alopecia.
Com a estética em evidência nos tempos atuais, é grande a preocupação com a beleza, especialmente com o cabelo. Porém, maior ainda se torna a preocupação quando os cabelos começam a cair e a alopecia começa a mostrar seus sinais clínicos.

O número médio de cabelos varia de 100.000 a 150.000 fios, a média de perda diária encontra-se entre 50 e 100 fios ao dia nos adultos e a de crescimento ao redor de 0,35 mm por dia.
Os cabelos das mulheres crescem mais rápido do que os cabelos dos homens. Na alopecia androgenética ocorre a substituição dos terminais de cabelo por outros mais finos, curtos e sem pigmento. Este processo pode começar em qualquer idade após a puberdade e pode se tornar clinicamente aparente ao redor dos 17 anos nos homens endocrinologicamente normais.
A alopecia androgenética constitui-se em uma calvície em que o indivíduo possui níveis elevados de andrógenos e uma herança autossômica dominante, ou seja, andrógenos e predisposição genética para esta doença. Esse tipo de alopecia atinge os homens com padrões morfopatológicos que afetam as áreas frontoparietais e/ou no vértice da cabeça. Variações nesses padrões são determinados por fatores genéticos e a progressão da calvície é influenciada pela hereditariedade.

Referências:

– Bula do Medicamento Fendical

– Weide, A.C.; Milão, D. A utilização da finasterida no tratamento da Alopécia Androgenética. Revista da Graduação. v.2, n.1, 2009.

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